NEUROMUNDO  cada cérebro um mundo

de Vivian Almeida | Terça, 15 de Dezembro de 2009

Cart  o 2010 Neuromundo mod 4 ok publ - Cart  o 2010 Neuromundo mod 4 ok publ

Categorias: Adoradores do Cérebro | Sem comentários »

Indicação de boa leitura - Competências Emocionais: O Diferencial Competitivo no Trabalho

de Vivian Almeida | Sexta, 27 de Novembro de 2009

capa livro Monica - capa livro Monica

Há mais de uma década, Mônica Simionato vem pesquisando o impacto da competência emocional no desenvolvimento profissional. Co-responsável pela consultoria científica para a comédia americana Tratamento de Choque, a autora dá dicas surpreendentes para aprender a lidar com as emoções próprias e alheias no trabalho. Abrangendo temas como raiva, emoção, depressão e síndrome de burnout (excesso de estresse ), tema recém-incorporado à vida das empresas no Brasil, este livro é uma leitura obrigatória a todos aqueles que planejam e sonham com uma carreira de sucesso. Com revelações científicas surpreendentes, entranha pelo complexo mundo da competência emocional, tornando-se um importante amuleto na busca por relações pessoais mais satisfatórias e melhor desempenho profissional. O livro é rico em casos, testes e exercícios para autodiagnóstico e crescimento pessoal, com técnicas que nos dão maior autocontrole e consciência dos processos psicológicos e fisiológicos que acontecem em nosso organismo nos momentos de frustração, raiva e estresse. Assim, ajuda-nos a evitar nuances comportamentais e sentimentais, além de propiciar o desenvolvimento da habilidade de lidar com conflitos de forma construtiva. Competências Emocionais: o Diferencial Competitivo no Trabalho é mais do que um livro. É um estímulo para uma vida mais feliz e uma alavanca para o sucesso.
Editora: Qualitymark
Autor: MONICA SIMIONATO

Categorias: Adoradores do Cérebro | Sem comentários »

Sudoku pode ajudar a emagrecer

de Vivian Almeida | Sexta, 27 de Novembro de 2009

CEREBRO GIN - CEREBRO GIN

Gastar uma hora no jogo queima mais calorias que as contidas em um cookie de chocolate

Emagreça fazendo exercícios mentais

Exercícios mentais como palavras cruzadas ou o sudoku queimam, em média, 90 cal por hora, ou seja, mais que as calorias contidas em um cookie de chocolate, por exemplo.
Tim Forrester, especialista em treinamento mental, afirma que dar um exercício ao cérebro queima tantas calorias quanto o malhar. “O cérebro queima 0,1 cal por minuto simplesmente para funcionar”, diz. Segundo ele, quando fazemos algo como uma palavra cruzada ou um quebra-cabeça, queimamos 1,5 cal a cada minuto.
O cérebro contém milhões de células nervosas conhecidas como neurônios. Eles produzem substâncias químicas chamadas neurotransmissores, que permitem que nos neurônios se comuniquem entre si. Para fabricar os neurotransmissores, os neurônios extraem 75% da energia da glicose. É por isso que submeter o cérebro a atividades mentais complicadas, como o sudoku, fará com que ele gaste mais glicose, por isso, mais calorias.

Fernando Fischer / texto: Vanessa de Sá

Categorias: Como funciona nosso cérebro? | Sem comentários »

Resposta do cérebro a dor mental

de Vivian Almeida | Sexta, 27 de Novembro de 2009

j0431223 - j0431223

Respostas do cérebro à dor física mais rápidas do que à dor mental

As respostas do cérebro à dor física surgem e desaparecem mais rapidamente do que as respostas à dor mental, segundo um trabalho do neurocientista português António Damásio, apresentado quarta-feira em Viseu, avança a agência Lusa.

António Damásio, que está radicado nos Estados Unidos da América, enviou para Viseu um trabalho sobre “Emoções e sentimentos” para ser lido nas V Conferências Internacionais de Filosofia e Epistemologia do Instituto Piaget, que terminaram quarta-feira.

“As respostas à dor física não só surgem mais rápido, como se dissipam mais rápido. As respostas à dor mental demoram mais tempo a estabelecer-se, mas também demoram mais tempo a dissipar”, refere o professor da Universidade do Sul da Califórnia no seu texto, que foi sintetizado por Edmund T. Rolls, do Centro de Neurociência Computacional de Oxford.

António Damásio explica que, por exemplo, “a compaixão pela dor física evoca respostas mais rápidas na região do córtex insular (do cérebro) do que a compaixão pela dor mental”.

Esta foi uma das hipóteses que viu confirmada num estudo que desenvolveu com Hanna Damásio e Mary Helen Immordino-Yang, no qual diz terem tido um “vislumbre” do que se passa no cérebro quando uma pessoa sente admiração e a compaixão.

António Damásio considera que a admiração e a compaixão são duas das mais notáveis “emoções sociais”, um grupo de emoções onde inclui também o embaraço, a vergonha, a culpa, o desprezo, o ciúme e o orgulho.

“Estas emoções são realmente provocadas em situações sociais e certamente desempenham papéis fundamentais na vida dos grupos sociais”, refere, dizendo ser importante, neste âmbito, perceber se admiração e compaixão são diferentes e as regiões do cérebro com elas relacionadas.

Outra das conclusões a que chegaram (e que não previam) é que “a região do PMC (postero-medial córtex) que estava mais activa em situações de admiração por perícias e compaixão por dor física, era perfeitamente distinta da parte do PMC mais relacionada com a admiração por actos virtuosos e a compaixão por dor mental”.

António Damásio, para quem a emoção é “um programa de acções”, é autor de obras como “O erro de Descartes” e “Ao encontro de Espinosa”.

O português foi um dos autores estudados durante três dias nas V Conferências Internacionais de Filosofia e Epistemologia do Instituto Piaget, a par do ensaísta George Steiner (que se deslocou a Viseu), do filósofo Espinosa e do escritor Miguel Torga.
2009-11-26 | 09:28 rcmpharma

Categorias: Como funciona nosso cérebro? | Sem comentários »

Elas fazem a diferença

de Vivian Almeida | Quinta, 12 de Novembro de 2009

RHDEBATES editada blog 1 - RHDEBATES editada blog 1

Elas fazem a diferença
RH Debates Mulher reúne as profissionais do setor em debates especiais que destacam sua atuação no mercado.
Fábio Rego Barros

Um dia inesquecível e marcado pelo rico intercâmbio de informações entre as mulheres atuantes na área de Recursos Humanos carioca. Esse foi sentimento das mais de 180 profissionais presentes ao primeiro RH Debates Mulher, realizado no dia 09 de junho, no Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Um evento feito especialmente para elas que inovam e fazem a diferença no setor.
Ao longo do dia, foram realizadas palestras e debates numa oportunidade ímpar a partilha de experiências entre as profissionais. Os temas foram escolhidos de acordo com sua atualidade e relevância para as mulheres que estão à frente do setor de RH de suas organizações.

A especialista em Neurolingüística e autora do livro Pensamentos Determinam Vidas (Qualitymark Editora), Izabel Monteverde, dar dicas de como utilizar o auto-conhecimento para potencializar ações dentro e fora das organizações. A psicóloga Márcia Modesto fechou o evento com chave de ouro ao dar uma aula de como as mulheres devem moldar seu caráter com base no amor ao próximo rumo aos seus objetivos.

Acho muito importante que as mulheres compreendam que devemos lançar mão de nossa sabedoria, delicadeza e flexibilidade para agregar valor não só a profissão, mas também a nossa vida em geral. Esse conhecimento, para mim, é de eterna valia, celebra Glorita Cajaty, Diretora da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil.

Quem também comemora é o consultor e organizador do RH Debates Mulher, Léo Salgado. Para ele, o reconhecimento do evento está na felicidade e satisfação demonstrado por suas palestrantes e participantes.

A área de RH tem muitas mulheres e cada dia que passa elas ocupam funções importantes de chefia, gerência e diretoria. Nossa ideia era fazer um evento especialmente para elas. É ótimo vê-las felizes com essa homenagem, afirma Léo.

Sobre o RH Debates

O RH Debates surgiu há dois anos, através da iniciativa dos consultores Léo Salgado e Carlos Henrique Hasselmann. A cada dois meses, cerca de 100 profissionais da área se reúnem para trocar informações e experiências. O objetivo é gerar um networking sadio e promover a amplitude dos negócios.

Acho muito importante que as mulheres compreendam que devemos lançar mão de nossa sabedoria, delicadeza e flexibilidade para agregar valor não só a profissão, mas também a nossa vida em geral. Esse conhecimento, para mim, é de eterna valia, celebra Glorita Cajaty, Diretora da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil.

Quem também comemora é o consultor e organizador do RH Debates Mulher, Léo Salgado. Para ele, o reconhecimento do evento está na felicidade e satisfação demonstrado por suas palestrantes e participantes.

A área de RH tem muitas mulheres e cada dia que passa elas ocupam funções importantes de chefia, gerência e diretoria. Nossa ideia era fazer um evento especialmente para elas. É ótimo vê-las felizes com essa homenagem, afirma Léo.

A Neuromundo agradece todos os convites e sente orgulho em fazer parte desse projeto inovador e aprender com todos os envolvidos. Foi realmente grandioso e muito nos enriqueceu.

Izabel Monteverde e Vivian Almeida

RHDEBATES Mulher 140 1 - RHDEBATES Mulher 140 1
RHDEBATES Mulher 140 1 - RHDEBATES Mulher 140 1

Categorias: Como funciona nosso cérebro? | Sem comentários »

Um parecer da Neurociência sobre a consciência. O papel da emoção no comportamento humano

de Vivian Almeida | Terça, 29 de Setembro de 2009

j0438717 - j0438717
António Damásio, o autor de O Mistério da Consciência, um dos maiores neurologistas do mundo, diz que a grande polémica, no futuro, será o controle das emoções pelo conhecimento da mente
No campus da Universidade de Iowa, Estados Unidos, o neurologista português António Damásio gasta boa parte do tempo tentando compreender uma das áreas mais nebulosas do conhecimento: a consciência humana. “É difícil encontrar um desafio mais instigante para um cientista”, diz Damásio. “Afinal, o que poderia ser mais fascinante do que conhecer o modo como conhecemos?”

Nos seus dois livros, O Erro de Descartes e O Mistério da Consciência (editados no Brasil pela Companhia das Letras), Damásio descreve como a consciência abriu caminho para uma verdadeira revolução na natureza, tornando possível o surgimento da religião, da moral, da organização social e política, das artes, da ciência e da tecnologia. Ele tenta encontrar as respostas para as questões mais antigas da filosofia pesquisando o que há de mais novo no conhecimento do cérebro. Depois da polémica em torno da clonagem humana, ele prevê que os debates mais fervorosos da ciência estarão ligados à possibilidade de manipularmos nossas emoções por meio de uma melhor compreensão da mente.

Qual a origem da consciência humana?

A consciência é fruto da necessidade básica de nos mantermos vivos. É claro que, na natureza, existe uma série de organismos simples que vivem de uma forma basicamente automática. Desde que mantenham cuidados básicos, como evitar perigos e adquirir a energia por meio dos alimentos, a vida desses organismos pode ser preservada. Os seres humanos são mais complexos: além de precisarem manter a vida de uma forma simples, eles têm que se adaptar a um ambiente cheio de dificuldades para obter energia e se expõem a inúmeros perigos e oportunidades. Nesse ambiente que não é apenas físico, mas também cultural, precisamos de um sistema complexo de imaginação, criatividade e planeamento. A consciência surge dessa necessidade.

Existe uma primeira forma de consciência?

Uma forma de consciência inicial aparece quando o homem sente que ele é um ser em si mesmo. É difícil encontrar uma palavra, em português, para definir o processo. Chamo essa consciência de self. É ela que faz que não sejamos um robô, uma máquina manipulável. Podemos guiar a imaginação e conduzir a criatividade por meio dessa consciência. Para compreendermos o que é a dor, o sofrimento, e também o prazer das outras pessoas, precisamos antes ter uma ideia de quem somos. E a consciência self é fundamental para que possamos respeitar os outros.

Como o estudo da consciência pode melhorar a vida das pessoas?

Grande parte do sofrimento humano é causado por conflitos das pessoas consigo mesmas. Quando conhecemos mais a natureza biológica do homem, encaramos esses problemas com outro olhar. Se conhecemos os mecanismos que accionam a ansiedade, a tristeza e a alegria, podemos entender melhor como cada pessoa é e evitar certos problemas. Pense nos conflitos religiosos, políticos e de grupos sociais. É claro que há bases económicas para eles – mas acredito que a compreensão das emoções pode ajudar a mudar a maneira pela qual as pessoas tentam resolver essas disputas. Entender a tendência para a violência, para a competição ou o funcionamento do medo é fundamental para o autocontrole. Posso soar optimista, mas acredito que, quando admitirmos que nossa razão é influenciada por essas emoções, o mundo poderá tornar-se melhor.

A compreensão detalhada da consciência não pode nos tornar mais céticos – ao descobrirmos, por exemplo, que há, no cérebro, uma região responsável pelo amor ou outra pela fé?

Mesmo que venhamos a compreender a mente com mais profundidade, será muito difícil desvendar mistérios como a origem do universo ou o que faz com que nos apaixonemos por outra pessoa. É possível que nunca cheguemos a desvendar essas questões – talvez nosso cérebro não tenha capacidade para compreender certos enigmas…

Como a crença em Deus…

Exactamente. Acho improvável que a neurociência consiga, um dia, apresentar razões para que as pessoas tenham ou deixem de ter fé numa inteligência superior. Elas podem até deixar de acreditar em milagres. Mas a ciência não tem como concluir que o Criador existe ou deixa de existir. A fé e a origem do universo não são problemas científicos passageiros. Mesmo assim, o conhecimento da mente pode mudar a forma como nos relacionamos com a vida. As pessoas tendem a aceitar a morte em função da complexidade do universo. Acho que deveria ser o contrário: constatando como a vida é frágil, podemos dar mais importância a ela e trabalhar para que seja a melhor possível enquanto dure.

A cada ano surgem um novo antidepressivo e drogas que provocam emoções artificiais. Você acredita que, no futuro, teremos uma droga que possa acabar com as emoções negativas?

Acho que sim. É uma questão importante, que precisaremos discutir cada vez mais. Imagine uma superpopulação tomando Prozac diariamente. Esse grupo de pessoas alteraria um sistema natural e poderia causar diversos problemas – é claro que alguns problemas seriam resolvidos, mas as consequências da proliferação dessa medicação poderiam levar à ruína de uma sociedade. Tem que haver mais investigação sobre como essas drogas serão usadas. É claro que as pessoas deprimidas devem ser tratadas, mas pode ser um erro tomar o medicamento apenas para inibir a timidez e impulsionar a vida social. A ciência precisa trazer mais informações para que esses temas não sejam discutidos pela simples opinião ou intuição de algumas pessoas.

Chegaremos, um dia, a manipular tão bem as áreas do cérebro que poderemos reproduzir com uma pílula a sensação de voar ou de passear numa montanha russa?

É bem provável que isso seja possível. E, sem dúvida, para a sociedade esse será um assunto tão polêmico quanto o da clonagem genética. Vamos ter que decidir o que deve e não deve ser permitido – exatamente como na regulamentação da indústria do cinema e da televisão. Há um ponto em que tanto a criação artística quanto a científica precisam ser filtradas pela sociedade. Mas não podemos deixar que um burocrata decida isso. Quanto mais informações forem divulgadas no futuro, inclusive por meio desta revista, mais condições a sociedade terá para tomar suas decisões.

Que outro tipo de realidade virtual poderá ser criada, no futuro, manipulando o cérebro?

Prefiro não especular, tudo ainda não passa de teoria.

O estudo da consciência humana é um campo da ciência à espera de um novo Newton?

O problema da consciência é um tema complexo, que tem sido mal abordado. É evidente que é necessário avançar muito mais. Acho que meu livro O Mistério da Consciência traz alguns avanços importantes sobre o assunto, mas não devemos ter a ingenuidade de acreditar que tudo está resolvido. Há imensos problemas à espera de mais investigação e trabalho. Nos próximos dez ou 20 anos, talvez seja possível resolver boa parte deles.

Como escrever sobre assuntos tão complexos para o público leigo?

Os temas sobre os quais escrevo são importantes demais para ficarem restritos aos cientistas. Escrever sobre o pâncreas ou o fígado pode ser atraente apenas para os médicos, mas o público tem interesse quando falamos da mente, do pensamento, da emoção e do sentimento. É fantástico o retorno que tenho recebido dos leitores dos meus livros em todo o mundo. Interessados em arte, literatura e cinema dizem que essa pesquisa os ajuda a compreender melhor o que fazem nas suas próprias áreas.

Postado por alam kenji minowa às 06:01 em cerebroemente.blogspot.com

Categorias: Amantes do Cérebro | Sem comentários »

Neurônios Espelho….Neurônio sem personalidade ( pérola da Clô)

de Vivian Almeida | Quinta, 3 de Setembro de 2009

Imagem 449 - Imagem 449

Pessoas podem sentir a dor do próximoCuidar de um familiar doente não gera apenas sofrimento psíquico, mas físico. Mistura de pesar, pena e condolência, a compaixão desencadeia uma série de reações cerebrais que levam o cuidador a sentir dores também, em um processo chamado de empatia à dor.

Em estudos recentes, cientistas perceberam que, ao ser colocado em contato com o sofrimento de alguém próximo, uma pessoa ativa no cérebro neurônios iguais aos despertados quando ele mesmo está sofrendo. A ênfase dos estímulos elétricos se dá, porém, em uma porção do órgão responsável pelos chamados aspectos afetivos.

“Antes, todo o foco das pesquisas de atenção ao controle da dor se concentrava em outra parte do cérebro, a que nos informa sobre a intensidade e o local dela. Hoje, com esses resultados, sabe-se que podemos ser muito mais eficazes se atuarmos também nas porções afetivas”, explica o neurocirurgião Fábio Godinho.

Apesar de ser algo de fundo emocional, a empatia à dor sofre grande influência da razão. O fenômeno é notado em profissionais de saúde que convivem diariamente com situações de perigo e sofrimento. “Em um estudo com médicos, os resultados mostraram que a empatia à dor declina com o tempo. É um processo de adaptação por causa da constante exposição ao sofrimento dos pacientes”, detalha.

Dor e emoção compartilham a mesma área no corpo, o tronco cerebral, situado entre a cabeça e as costas. Em função disso, uma pode agir bloqueando a outra. A proximidade ajuda a explicar porque, muitas vezes, alguém com muita dor consegue completar uma prova de atletismo, por exemplo. O contrário também acontece. Pacientes depressivos são mais intolerantes à dor física e podem evoluir mais facilmente para casos crônicos. Para o tratamento ter eficácia, afirma o neurologista Pedro Schestasky, a parte emocional deve estar contemplada para se quebrar o ciclo vicioso da dor-depressão.

“Por isso, muitas vezes são prescritos antidepressivos. Dessa forma, a pessoa sai da depressão e encontra forças para lutar contra a origem da dor que está sentindo”, diz Schestasky. A dor também está ligada à cultura. Em algumas regiões da África, não há registros de casos de fibromialgia, um dos tipos mais agressivos de dor. Os africanos não interpretam a doença como uma ameaça, explica o neurologista.

Categorias: Adoradores do Cérebro | Sem comentários »

Vinheta Neuromundo

de Vivian Almeida | Quarta, 26 de Agosto de 2009

Categorias: Adoradores do Cérebro | Sem comentários »

Amantes do Cérebro

de Vivian Almeida | Quarta, 8 de Julho de 2009

Programa Neuromundo
A paixão pelo cérebro: a máquina de realizações.
Todos em busca de evolução.

Paulo Cesar Grande   Claudia Mauro  Vivian Almeida  Iza - Paulo Cesar Grande   Claudia Mauro  Vivian Almeida  Izabel Monteverde  Mae da Claudia
Paulo César Grande e Cláudia Mauro
Encontro de Artistas com a Neuromundo.

Novos conhecimentos, expansão do cérebro e capacitação através dos recursos cerebrais. Chamamos do encontro da arte com a Ciência e a certeza de uma nova paixão: as descobertas cerebrais e todo seu poder sobre nossa saúde e produtividade.

Helena Ranaldi  Eduardo Galvao  Marcelo Novaes  Claudia - Helena Ranaldi  Eduardo Galvao  Marcelo Novaes  Claudia Mauro e equipe Neuromundo
Helena Ranaldi, Eduardo Galvão, Marcelo Novaes, Claudia mauro, Izabel Monteverde e Vivian Almeida
Auto conhecimento e aprendizado do auto funcionamento cerebral em busca de saúde emocional e produção consciente.

Sandra Pera  Marcelo Novaes  Marilia  Cl    Amigos da N - Sandra Pera  Marcelo Novaes  Marilia  Cl    Amigos da Neuromundo

Categorias: Amantes do Cérebro | Sem comentários »

Dieta do Cérebro

de Vivian Almeida | Quarta, 8 de Julho de 2009

A Dieta do Cérebro

Na década de 90 foi descoberto um fenômeno chamado Neurogênese, que significa na capacidade de nascerem neurônios novinhos em folha no cérebro. Juntamente foi evidenciado que os alimentos podem estimular esse fenômeno, assegurando funções nobres como a nossa capacidade de raciocinar e memorizar.

Os alimentos são fantásticos estimuladores desse Up Grade no cérebro.

O cérebro consome muita energia para funcionar cerca de 20% de toda energia utilizada pelo corpo, segundo o Dr. Fernando Gómez Pinilla isso deixa como resíduos muitos materiais químicos e oxidantes, além disso nossa massa cinzenta é feita grande parte de material oxidável, daí a grande necessidade de consumirmos alimentos que contenham antioxidantes para ajudar nosso cérebro a não enferrujar.

O ômega 3 é a grande vedete dos nutrientes, ele além de favorecer o nascimento de novos neurônios, protege os que já existem.

Dieta da Inteligência Dr. Fernado Gómez Pinilla

Nozes
Castanhas
Azeite de Oliva

Nutrientes que são excelentes Antioxidantes

Espinafre
Lentilha
Couve Flor
Aspargos
Abacate

Nutrientes que contém vitaminas B, D e E e também s ão antioxidantes

Laranja
Espinafre

Contém ácido fólico: Vários estudos analisados afirmaram que o ácido fólico pode ajudar a memória, a fluência da fala e a velocidade de processamento das informações no cérebro

Salmão Ômega 3

Por: Izabel Monteverde

dieta do cerebro - dieta do cerebro

Categorias: Dieta do cérebro | Sem comentários »

Personal Emotions - Entrevita Grupo LET RH

de Vivian Almeida | Quarta, 8 de Julho de 2009

O domínio sobre as emoções sempre foi algo almejado pelo ser humano

Já existem mecanismos que ajudam pessoas a utilizar a direcionar o melhor do potencial de suas emoções para obter alta performance no trabalho e na vida pessoal. Graduada há oito anos em Neurolinguística pelo INAP (Instituto de Neurolinguística Aplicada), Izabel Monteverde criou o programa Personal Emotions (PE) com os mais variados e positivos resultados já obtidos com profissionais de meios que variam de CEOs de empresas a jogadores de futebol. O sucesso da aplicação deste programa ensejou a criação de sua empresa a Neuromundo (ver em www.neuromundo.com.br). j0438717 - j0438717

Segundo Izabel o ser humano naturalmente apresenta “travas”, bloqueios, ou seja, tem comportamentos repetitivos equivocados, diálogos internos que o cansam extremamente e deixam sua cabeça a ponto de explodir. Apenas este aspecto já explica o porquê da demanda de um material com acompanhamento personalizado para que esta pessoa tome posse, se aproprie dos seus recursos cerebrais a fim de usá-los de forma sadia e produtiva.

Isso quer dizer que por meio do PE a pessoas conhece quais são os seus recursos, como vai utilizar e como vai criar um hábito emocional por meio do cérebro para fazer isso. A proposta é “construir emoções saudáveis”.

“Você fabrica o tempo inteiro emoções que nem sabe que está fabricando e essas emoções liberam no seu sangue vários componentes químicos que podem ser bons ou maus. Só que se você não sabe como esta fabricação acontece, você fica à mercê de estar fabricando uma emoção ruim e ao mesmo tempo fica consciente de que precisa reverter esse processo para fabricar uma emoção boa”, explica Izabel.

fotoN personal02 1 - fotoN personal02 1

O Personal Emotions te explica como você fabrica isso. A saúde do seu sangue, dos seus órgãos, ossos e músculos depende diretamente desta fabricação. Essa fabricação ocorre pela atividade cognitiva. O programa ensina as pessoas como o processo dessa fabricação ocorre no cérebro e como podemos gerar, mudar, coordenar esse processo.

“Trabalhamos muito com coaches, head hunters e CEOs que precisam de um acompanhamento direcionado aquele executivo. Lido com executivos que precisam liderar muitas pessoas. Focamos a preparação desse indivíduo para que ele esteja bem de saúde, utilize bem o Personal Emotions e ainda compartilhe bem com seus colaboradores”, revela Izabel. Até pelo seu perfil versátil, o Personal Emotions não é só para executivos, uso este programa com donas de casa, jogadores de futebol (muitos), músicos, artistas,entre outras pessoas. Como e o quanto lidamos com nossas emoções irão determinar o resultado que se obterá com nossas atividades.

“Desde que criamos o Personal Emotions há oito anos conseguimos manipular esse processo de fabricação de emoções para um ganho potencial incrível”, informa Izabel que utilizou este recursos com o time de futebol profissional do Botafogo, Campeão Estadual de 2006 após jejum de nove anos sem títulos.

Criando o próprio juízo

Vamos começar a entender um pouco da estrutura deste programa. O raciocínio é a nossa forma de criar juízos, de criar os nossos próprios juízos sobre as coisas; o brasileiro não tem a cultura de formar seus próprios juízos. Quem diz o que “devemos fazer”, desafortunadamente, são as influências externas. Nós não fomos estimulados a criar juízos, então essa parte do cérebro fica atrofiada. Devemos questionar tudo, mesmo as coisas que nos dizem óbvias. “Nesse sentido o Personal Emotions é um motivador constante, nossa proposta é a autonomia emocional”, enfatiza Izabel.

O programa tem um bloco de dez aulas com uma estrutura basal. A freqüência das aulas e intensidade depende de um diagnóstico da necessidade de cada pessoa ou empresa.

Aqui está o roteiro, o passo a passo das dez aulas:

1. Avaliação dos padrões emocionais
2. O cérebro
3. Como crio minhas emoções?
4. Iniciação de novos referenciais bioquímicos de autoconfiança, segurança e auto imagem.
5. Treinamento emocional com Exercise Emotions
6. Criando um conjunto de hábitos emocionais saudáveis
7. Cérebro social
8. Auto-gestão
9. Map life
10. Avaliação de resultados

Essencialmente o Personal Emotions se faz com prática, aprendemos fazendo e o feedback é imediato. “Experenciamos”!, como diz Izabel. “Como o cérebro não sabe a diferença se esta vivendo ou está lembrando coloco a pessoa em uma situação de vivenciar aquela cena de novo. Acordo a pessoa e pergunto se ela sentiu a cena. Há pessoas que até choram. Na verdade, essas pessoas começam a aprender fisicamente tudo o que o cérebro pode fazer por elas”, explica.

Após as dez sessões faz-se uma mensuração do que a pessoa já está usando do programa. Há o material didático, uma apostila e um tapetinho no qual cada participante faz exercícios físicos. “Damos ainda as âncoras, exercícios para a pessoa fazer em casa”, informa a criadora do PE.
O custo de uma aplicação do Personal Emotions depende muito do diagnóstico feito em relação ás necessidades da pessoa ou da empresa, mas varia entre R$ 3mil e R$ 15 mil, podendo ser parcelado em três vezes quanto ao pagamento.

A questão social das emoções

Uma tendência forte que vem crescendo em relação ao controle das emoções pelo cérebro é a do chamado pilar social. Izabel Monteverde, que é Membro da Sociedade Brasileira de Neurociência, está indo a fundo nesta questão. Recentemente ela esteve durante três meses na Europa e na Universidade de Barcelona estudando esta tendência e trouxe ganhos muito significativos ao seu trabalho. Há dois professores espanhóis trabalhando com afinco nesta descoberta da Neurociência: “o cérebro moral”.

“Já tenho muitos marcadores para mensurar o trabalho do Personal Emotions trazendo referenciais mais precisos. Meu objetivo em ir para lá foi o de buscar a complementação desse pilar social, da determinância, da importância dessa questão sócio-moral na construção de capacidade, liberação de recursos cerebrais. De como precisamos desconstruir barreiras sócio-morais para depois podermos usar de verdade os recursos do cérebro”, informa Izabel Monteverde.

Diálogo interno… falando sozinho

Alguma vez você já se pegou conversando consigo mesmo? Fazendo inúmeras perguntas e depois as respondendo? Chamamos isso de diálogo interno e nossas emoções nascem daí, ou seja, essas conversas têm um poder enorme de decidir quais emoções criamos? A resposta é sim!

Uma das descobertas mais fantásticas da Neurociência atualmente é a descoberta de como acontece a imaginação dentro do cérebro. O cérebro não sabe a diferença se está só imaginando uma suposição ou se está vivendo algo de forma literal, ele vive tudo com a mesma intensidade como se tudo fosse verdade, isso inclui fabricar emoções e comportamentos para aquela imaginação.

Vamos dar um exemplo: Quantas vezes você não ficou no seu trabalho preocupado com todas as aquelas dívidas, contas e mais contas chegando e o medo a aflição apertando seu peito e você pensando como vou fazer para pagar tudo isso? Perceba neste caso que pensamento e emoções já apareceram; após isso vem o comportamento apático, paralisado, tenso; que só agrava mais ainda a situação!
Em um minuto iluminado de auto-gestão você para e decide vou fazer horas extras e mais um trabalho para o meu colega o que já dá para pagar uma parte das dívidas o restante você parcela e continua nas horas extras. Percebe como a auto-gestão faz você em um passe de mágica fazerfazer três coisas importantíssimas: PERCEBER, CONVERTER E AGIR.

O primeiro passo é ter consciência de que essas conversas estão acontecendo. Muitas vezes nesses “papos internos” deixamos nossa imaginação fluir até demais imaginando coisas que nunca vão acontecer externamente, mas que dentro de seu cérebro estão acontecendo a todo vapor. A única maneira é colocar a fórmula da Auto-Gestão em ação: “PERCEBER, CONVERTER E AGIR”. Esta é a grande dica!

Lembre-se: seu cérebro cumpre ordens suas, executa externamente as coisas que você pensa. Levante a cabeça e se aproprie do órgão mais fantástico do corpo humano, só que ele precisa ser gerido por você!

fotoN personal04 - fotoN personal04

Categorias: As ferramentas do cérebro | Sem comentários »

A Neurociência do Esporte

de Vivian Almeida | Quarta, 8 de Julho de 2009

O Cérebro e o Esporte j0430564 - j0430564

Os brasileiros, amantes de esporte e que tem pelo menos, mais de 30 anos, se lembram com tristeza do fiasco brasileiro na Copa do Mundo de 1986. O pênalti perdido pelo Zico e os momentos difíceis que uma nação apaixonada passou ao ver uma equipe recheada de constelações ser desclassificada mais uma vez.
Vivi tudo de muito perto. Era muito nova na época, nem me lembrava muito da derrota de 82, mas naquele dia, naquele ano, aprendi uma grande lição. Aprendi que ser brilhante é ser atencioso aos detalhes é ter sempre o foco no que pode ser melhor e não no quanto já se é bom.

Existia uma comemoração antecipada, aliás, uma comemoração adiada desde a última Copa, e essa comemoração era respaldada na capacidade técnica e tática de uma equipe mágica, com talentos reconhecidos no mundo e ainda nos tempos de hoje.

Eu tinha somente 10 anos e minha família confiante, acreditava não somente na equipe dos sonhos de todos os brasileiros, como também, no sucesso do meu saudoso, querido e competente tio, o técnico Telê Santana. Sinto como se fosse hoje, a angustia dos meus avós, tios, pais e toda uma nação que viram todo o sonho se desmoronar em um pequeno instante, em pequenos detalhes.

Convivi durante anos com brincadeiras e chacotas de que meu tio era um técnico pé frio e que o Brasil não tinha sido campeão por conta da sua má sorte nas Copas de 82 e depois na de 86.
Não me contentei com todas aquelas afirmações. Algumas noites forma perdidas na busca por entender melhor aquela derrota, obter alguma resposta mais coerente, menos pautada em sorte ou falta dela, já que essa palavra até então só me remetia a destino, a algo que não podemos mudar.

O esporte e a competição sempre estiveram presentes em minha vida, minha profissão foi escolhida inspirada em minha família de esportistas e em toda admiração que sempre tive por meu tio. A pergunta de como perdemos aquela Copa sempre me instigou. Passar por essa vida sem ao menos encontrar melhores justificativas foi o que me motivou ir à busca das várias ciências da vida. Todas as justificativas e comprovações para os comportamentos humanos diante das grandes emoções, explicadas pela ciência.

Naquele fatídico dia, ouvi meu pai dizer, no auge das suas poucas e sábias palavras que confiança demais só é boa quando bem usada. Fiquei bastante tempo com aquela frase na cabeça.
Depois de dedicados anos estudando esportes, pessoas e comportamentos, descobri que sorte nada mais é que a união de oportunidade com competência. E hoje acredito piamente que sorte é a premissa a qualquer vitorioso em qualquer setor da vida.

A ciência é magnífica, evolucionista, não é totalmente incontestável, mas foi baseada nas suas experiências e comprovações que me apeguei nos últimos anos para responder alguns questionamentos sobre a sorte ou a falta dela, sobre talento e suas várias formas de expressão, sobre emoção e tomadas de decisões.
Por que as pessoas ainda entregam a fatores externos, como sorte, destino, crendices a responsabilidade de nossos comportamentos?
Como pode uma equipe contendo tantos talentos, muito bem treinada, capacitada fisicamente e taticamente, fracassar daquela maneira? Será mesmo, falta de sorte, será que não era o dia?

Estudando a neurociência, as ciências humanas que respondi a vários de meus questionamentos. A ciência que estuda o cérebro em conjunção com as ciências que estudam as manifestações cognitivas me trouxe afirmações coerentes e satisfatórias sobre as emoções e as manifestações no corpo. Sobre a capacidade de atletas reagirem a muitas pressões e ou decidirem usando bem o conjunto das razões e emoções.

De pouco adianta toda a evolução técnica, os sistemas táticos e os corpos mais fortes se no momento preciso o corpo desconhece, ou melhor, desobedece ao processo de tomada de decisão imediata diante de um stress agudo. Ou seja, quando mais se precisa do corpo, do movimento, da ação bem executada menos o cérebro trabalha em parceria, pois pouco foi desenvolvido para isso.

O grande responsável pela tomada de decisão, organização e pelo processo de execução de qualquer tarefa é o Córtex Pré frontal (CPF), região anterior do cérebro humano, a região que nos difere dos primatas. Essa região também é considerada o pólo das emoções. Utilizamos o nosso cérebro todo em sintonia, mas as novas descobertas fizeram dessa região, CPF, a região responsável pelo nosso comportamento.
Um órgão fantástico que comanda, administra e nos difere de outras espécies humanas deveria ser a fonte de inspiração de todos que lidam com pessoas.
É compreensiva a dificuldade de se encontrar informações e práticas sobre nossas emoções há 20 anos atrás, pois os estudos sobre a função cerebral nos comportamentos variados são recentes.
Mas, sabendo de toda importância desse órgão, hoje e tantas informações disponíveis, pergunto:
• Como podemos ser totalitários se não incluímos nos treinamentos de equipes esportivas, a educação da máquina executiva humana, o cérebro?
• E as emoções, algum treinador, jogador, conhece a formação dos seus pensamentos? Pensamentos e emoções essas que irão gerar os comportamentos dos mais variados em seus jogadores, que resultarão em sucesso ou fracasso.

Poucos técnicos, preparadores físicos e até psicólogos esportivos conhecem a gestão emocional, conhecem o processo de formação de ações no cérebro. E na ausência de respostas, prefere ainda nos tempos atuais, atribuir a derrota de uma partida ao azar, aos tabus, ao “montinho artilheiro” e tantas outras desculpas sem fundamentação.

É no cérebro que acontece todo o processo de transformação de conhecimentos em execução, prática.
Portanto, o treinamento de dribles, jogadas, sistemas táticos e músculos são fundamentais, a ciência já provou o como é importante a repetição para se adquirir a excelência nos movimentos.
É maravilhoso ver as crianças jogando futebol na rua assim que aprendem a andar, mas e os fatores emocionais, será que apenas o talento técnico desenvolvido será responsável pelo sucesso dessas crianças?
O que precisamos hoje avaliar é o quanto as emoções e pensamentos dificultam ou facilitam esses aprendizados motores no momento de pressão e por que não educamos nossos atletas para momentos de estresse, cobrança ou até mesmo os de muita auto-confiança?

Conhecer melhor seu cérebro e suas funções, aprender como manipular a memória em busca de emoções mais saudáveis, treinar o córtex pré frontal em busca de melhores resultados, apoiado na ciência. Adquirir novos hábitos, utilizar os neurônios espelho para aquisição de posturas vencedoras, substituir crenças prejudiciais por fortalecedoras é a proposta que proponho aos clubes, seleções, equipes que buscam reter e enriquecer os talentos humanos e nunca mais conceber a possibilidade de acaso ao sucesso ou fracasso de qualquer tarefa.

Ou ensinamos aos atletas o que acontece no seu corpo, no seu cérebro e todo processo biopisicosocial ou estamos fadados a derrotas dramáticas como a que vivemos na Copa de 86 e que até “ontem” tirava o meu sono.

Vivian Almeida
Educadora física, gestora de pessoas e pesquisadora em Neurociência
neuromundo.com.br
j0431790 - j0431790

Categorias: Esporte, Emoção & Cérebro | Sem comentários »

Aprendizado e Cérebro

de Vivian Almeida | Sábado, 29 de Novembro de 2008

p edu - p edu
Estimulação de sinapses
A aprendizagem é derivada do processo de ligações e religações
de sinapses (ligação entre neurônios) em nosso cérebro. O
aprendizado se dá por essa mudança constante de comunicação
entre os neurônios, como eles trocam informações, tanto o
fortalecimento quanto o enfraquecimento e remoção dessas
conexões que não fazem mais sentido, passando por um processo de
reorganização e retransformação , um grande processo de lapidação,
nesse momento estamos aprendendo.
Toda aprendizagem consiste em o cérebro ter contato com um
conteúdo novo e desconhecido, essa é a maneira mais poderosa de
potencializarmos e expandirmos nossos recursos cerebrais Quando
ele realiza coisas novas, ou a mesma coisa de maneiras diferentes,
nosso cérebro recruta seu batalhão de neurônios e coloca-os
prontamente em atividade fortalecendo nossos “músculos” neurais.
Toda vez que damos “trabalho” ao nosso cérebro ou seja toda vez
que damos novos estímulos a ele, que fazemos ele fazer algo novo,
ou pouco habitual, ele tem um certo trabalho para sair do
automático e dispor neurônios que estavam livres, para começar a
trabalhar.
Esse trâmite chamado de Neuroplasticidade (capacidade que o
cérebro possui de se expandir) fortalece e estimula nosso cérebro,
esse conceito consiste que a capacidade
do cérebro não é fixa ou estática ela através
da estimulação pode ser aumentada, mas lembre-se sempre
dessa frase:
“PLASTICIDADE
DEPENDE
DE ATIVIDADE”
Izabel Monteverde e Vívian Almeida

Citação Antônio Damásio - hex0

Categorias: Como funciona nosso cérebro? | Sem comentários »

Exercitando o cérebro

de Vivian Almeida | Segunda, 24 de Novembro de 2008

Exercitando o cérebro a favor de si mesmo
Graziela Nunes
Quinta-feira - 11/10/2007 - 03h01

A especialista em neurolingüística Izabel Monteverde comenta como as pessoas podem aproveitar os recursos cerebrais

A especialista em neurolingüística Izabel Monteverde comenta como as pessoas podem aproveitar os recursos cerebrais
Araçatuba - Se deixasse rastros visíveis, a vida seria como um espiral sempre às voltas com os atos feitos anteriormente. Como já foi dito por Aristóteles, somos o que fazemos repetidas vezes, repetidamente. Partindo disso, a neurolingüística surge como um dos meios mais usados para ensinar as pessoas a aproveitar os recursos cerebrais de autoconfiança, motivação e equilíbrio, a favor de si mesmas.

Como o próprio nome diz, ela é tudo o que é programado pelo “computador” do cérebro. Essa ciência baseia-se na idéia de que a mente, o corpo e a linguagem interagem para criar a percepção que cada indivíduo tem do mundo e como essa percepção pode ser alterada pela aplicação de uma variedade de técnicas.

“As nossas palavras exercem um poder enorme sobre a criação desses programas, ou seja, é aquela velha história do não. Se eu falo, ‘não imagine um macaco rosa do seu lado’, você vai programar seu pensamento de forma contrária. O cérebro corta a palavra não e pega o que vem depois”, explica a especialista em neurolingüística, Izabel Monteverde, do Rio de Janeiro.

Um exemplo comum é o que acontece com a relação entre adultos e crianças. Os pais nunca devem dizer aos filhos “não subam aí”, mas o que eles gostariam que eles estivessem fazendo em vez disso. O famoso “não” autoritário e sem explicação deixa a criança perdida e faz com que ela insista no que está sendo impedida.

Segundo Izabel, ao invés de dizer para a criança não subir na escada, por exemplo, o mais conveniente seria dar a ela uma referência, falar para que ela brinque com os brinquedos no tapete ou leia um livro. “É um exercício recíproco para os dois. É interessante começar desde cedo a direcionar os pensamentos dessas crianças para o que elas quererem”, diz.

Um outro exemplo é quando as pessoas dizem que gostam tanto da vida que elas têm, mas que poderia ser melhor. Automaticamente, elas anulam o que disseram antes. “É preciso ter muito cuidado com as palavras que proferimos, pois elas criam pensamentos e emoções”, alerta.

De acordo com Izabel, existe uma tríade composta por pensamento, emoção e corpo. “Todo pensamento tem uma valência emocional. Se pensarmos que o dia será uma droga, cheio de problemas, aquilo tem uma carga emocional embutida que libera no sangue vários componentes bioquímicos ‘lidos’ pelo cérebro. Daí vamos querer mudar essa emoção tomando remédios, quando, na verdade, teremos que mudar o pensamento, a criação e a estrutura desse processo”.

ANDAR COM FÉ - Os conceitos apresentados pela neurolingüística não são os mesmos abordados pelo livro de Rhonda Byrne, que originou o documentário “O Segredo”. “Essa obra tem uma noção muito basal, não tem respaldo da ciência, a lei da atração não é comprovada cientificamente”, diz.

Para Izabel, o pensamento positivo é legal, pois faz a humanidade se responsabilizar pelos seus pensamentos, mas, conforme ela, a humanidade precisa saber criar seus próprios recursos para chegar a isso.

O pensamento positivo carrega uma carga de religiosidade, visto por muitos como uma questão de fé divina. Porém, a influência está no cérebro. “É um processo invisível que infelizmente não temos conhecimento, não conseguimos vê-lo”, revela a especialista.

Embora tome conhecimento desses métodos, sua aplicação não será automática. Mas as pessoas podem começar mudando pequenos costumes que logo se tornarão habituais. O pensamento positivo dá certo, mas sozinho não é suficiente. “As pessoas precisam de informações básicas de como essa estrutura funciona, o que é especificamente, como meu cérebro cria todo esse processo.”

A influência de um guardião de recursos

Às vésperas de uma entrevista de emprego, os candidatos podem se deixar influenciar por alguém que admira muito e se sairia melhor naquela ocasião. Na hora da entrevista, vale lembrar como esse modelo se portaria, o que ele diria e como gesticularia. “O cérebro não sabe se as pessoas estão falando mentira ou verdade, os neurônios agem como uma esponja. É a lei da criação, o universo não vai te dar nada de bandeja, é você quem vai criar aquele momento para passar na entrevista. Se você transmitir isso de forma vívida quem está te avaliando vai se impressionar”, conta Izabel.

O mesmo vale para a prova de um concurso, na qual muitos pretendentes são traídos pelo próprio nervosismo. “Essa coisa de imaginar um ícone é legal para esse caso também, porque o emocional atrapalha muito nessa hora. Tenho a experiência de uma menina que não conseguia passar num concurso, mas depois de duas aulas sobre isso, ela escolheu um guardião de recursos, que é como chamamos esse ícone, para estar com ela naquele momento da prova. Deu certo”.

Já num exame médico, o interessante é focar o pensamento em bons momentos vividos anteriormente. Como o cérebro não sabe a diferença entre lembrar e viver, vai tomar aquilo como novo, o que conseqüentemente fará diferença no corpo.

Criar imunidade para não atrair cargas emocionais ruins e sair desse ciclo vicioso com pensamentos bons não é tarefa fácil, mas com treino dá certo. “Precisamos repetir isso até virar um hábito. Se você detectar um pensamento destrutivo que gera uma relação ruim tenta mudar o foco e se concentra nisso. É uma brincadeira legal, mas que as pessoas não sabem que é possível”, finaliza.


Graziela Nunes
Folha da Região
Araçatuba-SP
E-mail: graziela.nunes@folhadaregiao.com.br
Telefones: (18) 3636-7712 ou (18) 8125-6480.

Folha_da_Região_Araçatuba
www.folhadaregiao.com.br

Categorias: As ferramentas do cérebro | Sem comentários »

A era da consciência e da ciência do cérebro

de Vivian Almeida | Segunda, 24 de Novembro de 2008

Acreditar no poder do cérebro não basta, é preciso conhecê-lo, é preciso usá-lo.
Eventos marcantes da Neuromundo

foto com Cristiane Torloni - foto com Cristiane Torloni
Equipes RHDebates  Newtrend e Neuromundo 1 - Equipes RHDebates  Newtrend e Neuromundo 1

Categorias: Adoradores do Cérebro | Sem comentários »

Entrevista no site RH Debates

de Vivian Almeida | Quinta, 6 de Novembro de 2008

Terça-feira, 7 de Outubro de 2008
Entrevista com Izabel Monteverde

RHD - O que é competência emocional? Existe alguma “fórmula mágica” para que ela seja desenvolvida nos indivíduos?

IZABEL - Estamos entrando na era da Neurointeligência, que significa usar a inteligência do cérebro inteiro. As emoções são derivadas de processos cognitivos (gestão de pensamentos) e a competência emocional significa gerir esses processos para ter autonomia do resultado final que chamamos de “emoções”. A fórmula mágica é a informação, pois se sabemos como funciona podemos gerir. Vamos fazer uma analogia: Um excelente gestor hoje, precisa saber minuciosamente como sua empresa funciona, não é mesmo? Só podemos gerir aquilo que conhecemos, a idéia do manual surgiu assim.

RHD - Izabel, sabemos que você é a criadora do programa que foi responsável pelo sucesso da equipe de futebol do Botafogo no Campeonato Estadual de 2006: o Programa Personal Emotions. Em que consiste esse programa?

IZABEL - O programa consiste em ensinar as pessoas a gerir melhor o seu cérebro através de um “Manual de instruções do cérebro” para terem autonomia do resultado final “emoções”. A impotência diante de nossas emoções é hoje a grande problemática humana na qual classificamos como Stress. O stress nada mais é que um cérebro mal gerido.Tudo isso é derivação de um presente fantástico que ganhamos ao nascer mas que infelizmente não veio com o manual de como usá-lo a nosso favor. A Neurociência veio nos respaldar cientificamente para construirmos esse manual, para fazer os indivíduos desfrutarem melhor dos recursos incríveis disponíveis para nós. No esporte como nas empresas e nas famílias esse é o diferencial competitivo e de sucesso do século 21.

RHD - Através do seu livro, percebemos que o seu principal objetivo ao escrevê-lo foi de fornecer dicas que impulsionem o indivíduo a desfrutar de uma vida melhor. Resumidamente, que dicas seriam essas?

IZABEL - O cérebro é o órgão mais fantástico e incrível que existe, ele é responsável por tudo que você pensa, tudo o que você sente e tudo que você faz. Só agora a ciência nos dá o privilégio de ter informações que determinarão nosso nível de qualidade de vida. Todas as dicas são revolucionárias como a descoberta dos neurônios espelho, que nos permite absorver imitando de nossa atmosfera emoções subjacentes, e a última descoberta que se tornou o epicentro da evolução humana, o cérebro Moral, que determina nossa inteligência Social.

RHD - Em vários trechos do seu livro, você menciona a importância do ser humano descobrir o seu valor. De que maneira essa descoberta ajuda no desempenho profissional? Até que ponto você acredita que o estado emocional do indivíduo influencia no seu ambiente de trabalho?

IZABEL - Um dos maiores problemas que temos é o déficit de auto-estima e auto-imagem no ser humano.Daí deriva a falta de uma competência vital a auto-confiança. Ela determina aonde iremos chegar e quanto potencial iremos dispor. É notório o quanto a atmosfera empresarial perde em produtividade, com indivíduos limitados de seus recursos por serem inseguros, insatisfeitos,com baixo-rendimento e conseqüentemente mais estressados.

RHD - Em seu livro, você fala sobre o poder que nosso cérebro tem de conseguir as coisas onde coloca o foco concentrado.Esta afirmação pode ser considerada uma “grande dica” para o profissional de RH?

IZABEL - Um dos grandes problemas nas empresas hoje é o presenteísmo, a desmotivação, falta de concentração, baixa qualidade, erros e custos com faltas etc.Grande parte vem da falta de aptidão em gerir o seu cérebro e isso inclui dirigir onde focar sua atenção. O cérebro tem a limitação de só prestar atenção em uma coisa de cada vez. Com o excesso de informações atuais, se não soubermos geri-lo, nos perdemos em nossos pensamentos e nada realizamos.
Postado por equipe RHD às 09:44 0 comentários

Categorias: Adoradores do Cérebro | Sem comentários »